Contribution of different pack members to a wolf chorus howl: Influence of sex, age, social status, and pack

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2018-01-10
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Wolves live in packs with a complex social structure, for which acoustic communication plays an important role in their behaviour. Wolf packs perform group vocalisations called chorus howls. These acoustic signals have a complex structure and could be involved in functions such as strengthening of social bonds, territory advertisement or spacing packs. We analysed video recordings of 43 chorus howls emitted by wolves held in captivity, in order to investigate whether sex, age, social status, pack, or individual influence the way wolves participate in a chorus. We found that, during a chorus, wolves vocalised 71 % of the time, being howl the most performed vocalisation (39 % of the chorus duration), followed by woawoa howls (20 %), other vocalisations (9.5 %), and bark-like sounds (2.5 %). Individual and age were the principal factors affecting the wolf acoustic behaviour in a chorus. The time spent vocalising, howling and emitting woa-woa howls were the variables that better discriminated among individuals. Young wolves vocalised less, and uttered shorter acoustic signals, than adults during a chorus. Regarding types of vocalisations, adults emitted 46 % of howls, and 18.6 % of woa-woa howls, while subadults only howled a 4.7 %, and emitted woawoa howls a 2.4 % of the time. By contrast, sex, social status, and pack had few effect on wolf’s vocal behaviour in a chorus. This study is the first attempt to address how the individuals of a pack of wolves, participate in a chorus howl. Further research is needed to investigate more deeply the contribution of wolves to a chorus howl, and the information encoded in this group vocalisations.
O lobo vive em alcateias com uma estrutura social complexa na qual a comunicação acústica tem um papel importante no comportamento. As alcateias emitem vocalizações de grupo chamados coros de uivos. Estes sinais acústicos têm uma estrutura complexa e podem estar envolvidos em funções como fortalecer os laços sociais, a delimitação de território ou o distanciamento entre alcateias. Nós analisámos gravações de vídeo de 43 coros de uivos emitidos por lobos em cativeiro para investigar se o sexo, a idade, o estatuto social, a alcateia ou o indivíduo influenciam o modo como os lobos participam num coro. Nós observámos que, durante um coro, os lobos vocalizaram 71 % do tempo, o uivo foi a vocalização mais executada (39 % da duração de coro), seguida por uivos de woa-woa (20 %), outras vocalizações (9.5 %) e ou ladrido (2.5 %). O indivíduo e a idade foram os principais factores que afectam o comportamento acústico dos lobos num coro. O tempo gasto emitindo vocalizações, uivando e emitindo uivos de woa-woa foram as variáveis que melhor discriminaram indivíduos. Os lobos juvenis vocalizaram menos e também emitiram sinais acústicos mais curtos durante um coro. Com respeito às categorias das vocalizações, os adultos emitiram 46 % de uivos e 18.6 % de uivos de woa-woa, enquanto que os subadultos só uivaram 4.7 % e emitiram uivos de woa-woa 2.4 % do tempo. Pelo contrário, não encontrámos diferenças entre o sexo, o estatuto social e a alcateia. Este estudo é a primeira tentativa de analisar como os indivíduos de uma alcateia participam num coro de uivos. Torna-se também crucial continuar a desenvolver linhas de investigação para o entendimento da contribuição dos lobos num coro de uivos e a informação codificada neste tipo de vocalizações grupais.
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