Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10348/10546
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dc.contributor.advisorOliveira, Paula Alexandra Martins dept_PT
dc.contributor.advisorGaivão, Isabel O Neill de Mascarenhaspt_PT
dc.contributor.advisorOliveira, Rui Miguel Gil da Costapt_PT
dc.contributor.authorJesus, Tiago Miguel Gonçalvespt_PT
dc.date.accessioned2021-07-05T10:55:24Z-
dc.date.available2021-07-05T10:55:24Z-
dc.date.issued2021-05-03-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10348/10546-
dc.descriptionDissertação de Mestrado em Biotecnologia para as Ciências da Saúdept_PT
dc.description.abstractO vírus do Papiloma Humano (HPV) é um dos mais comuns vírus causadores de cancro e a falta de tratamento pode levar ao desenvolvimento do cancro cervical. Para estudar a sua ação e interação com diversos compostos, utiliza-se o modelo animal K14HPV16. Este modelo é caraterizado pela inserção da região early do tipo HPV-16 em associação com o promotor da citoqueratina 14 no genoma de murganhos FVB/n, mimetizando assim as lesões e tumores causados pelo HPV. Para avaliar o uso de compostos naturais como potencial tratamento, escolheu-se a hortelã (Mentha spicata) devido ao seu efeito antibacteriano, antioxidante e antitumoral. Uma população de 33 murganhos FVB/n fêmea, dos quais 17 eram transgénicos para o HPV-16 e 16 eram wild-type, foi dividida em 6 grupos: I (HPV-/- com Mentha, n=6) e II (HPV+/- com Mentha, n=6), suplementados com um extrato de Mentha spicata na concentração de 0,50 mg/ml, III (HPV-/- com Mentha 0,55 mg/ml, n=5) e IV (HPV+/- com Mentha 0,55 mg/ml, n=5), suplementados com extrato de Mentha spicata 0,55 mg/ml, V (HPV-/- sem Mentha, n=5) e VI (HPV+/- sem Mentha, n=6) como controlos. O extrato de Mentha spicata foi adicionado à água de bebida dos animais durante 28 dias consecutivos. Durante este período, a condição dos animais foi avaliada utilizando determinados parâmetros relacionados com o seu bem-estar. No final do ensaio os animais foram sacrificados, o seu sangue foi recolhido e os órgãos foram pesados. Os ensaios dos micronúcleos e cometas foram realizados para testar a genotoxicidade da hortelã e demonstraram que a planta não é genotóxica nem aparenta reduzir a toxicidade no DNA relacionada com o HPV. Não foi verificado aumento significativo dos danos do DNA entre grupos K14HPV16 e grupos controlo. A análise sanguínea via microhematócrito não demonstrou diferenças significativas. A avaliação do stresse oxidativo permitiu observar um aumento na atividade da Superóxido dismutase (SOD) no grupo VI (HPV+/- sem Mentha), o que está relacionado com um aumento no stresse oxidativo. O efeito antioxidante de Mentha spicata poderá ser útil no combate à infeção por HPV. No entanto, mais estudos a diferentes concentrações e tempos de exposição são necessários.pt_PT
dc.description.abstractHuman Papillomavirus (HPV) is one of the most common cancer-related viruses and, if untreated, may lead to the development of cervical cancer. To study its evolution and interaction with several compounds, K14HPV16 mouse models are used. These models are characterized by the insertion on the early region of the HPV-16 subtype in the genome of FVB/n mice, specifically in the Cytokeratin 14 promotor, successfully mimicking the lesions and tumors caused by HPV. To evaluate the use of natural compounds as potential treatments, spearmint (Mentha Spicata) was chosen due to its antibacterial, antioxidant and antitumoral properties. A population of 33 female FVB/n mice, 17 transgenic for HPV-16 and 16 wild-type, was split into 6 different groups: I (HPV-/- with Mentha) and II (HPV+/- with Mentha), supplemented with a Mentha spicata extract at a concentration of 0.50 mg/ml, III (HPV-/- with Mentha 0.55 mg/ml) and IV (HPV+/- with Mentha 0.55 mg/ml), supplemented with Mentha spicata extract 0.55 mg/ml and V (HPV-/- without Mentha) and VI (HPV+/- without Mentha) as controls . The Mentha spicata extract was placed into the mice’s drinking water for 28 consecutive days. During this time, the animals’ condition was measured using specific parameters to assure their wellbeing. At the end of the assay period, the animals were sacrificed, their blood and organs were removed, and the latter were weighted. The micronucleus and comet assays were performed to test the genotoxicity of Mentha spicata and shown that the herb was not genotoxic and did not seem to reduce any DNA toxicity related to HPV. No significant increase in DNA damage was found between HPV-positive and HPV-negative groups. Blood analysis via microhematocrit did not show any significant changes. Oxidative stress analysis demonstrated an increase in Superoxide dismutase (SOD) levels in group VI (HPV+/- without Mentha), which in turn is related to higher oxidative stress. This may show that spearmint’s antioxidant effect may be helpful in combating HPV infections. However, further studies of different concentrations and exposure times are required.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsrestrictedAccesspt_PT
dc.subjectMentha spicatapt_PT
dc.subjectHPV-16pt_PT
dc.titleEfeito de um extrato de folhas de hortelã-pimenta (Mentha spicata) em murganhos K14HPV16pt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
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TD - Dissertações de Mestrado

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