Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10348/11269
Title: Using Infrared Thermography Imaging to assess cattle welfare using eye temperature as indicator
Authors: Valentim, Pedro Emanuel Ferreira
Advisor: Venâncio, Carlos Alberto E Silva
Silva, Severiano José Cruz da Rocha E
Keywords: Animal Welfare
Cattle
Issue Date: 21-Apr-2022
Abstract: Animal welfare is a concurrent topic across all fields of Animal Science and has undergone intense evolution within recent years as a result of scientific and technological advances. This is a complex subject which can have different interpretations under varied entities. One of its biggest challenges is researching proper indicators that can adequately assess welfare, particularly those that are based on the animal, which can allow for a practical, fast, and low-cost assessment when integrated into welfare protocols, by relying on a wide range of parameters. Protocols are important tools for animal welfare assessment that help workers by improving the quality of life of livestock and informs the consumer when welfare standards are being met. Infrared technology has been sophisticated into useful and practical equipment which are used in many different sciences fields. However, infrared thermography (IRT) does present some appealing advantages as an easy-to-use tool that records and measures surface temperature at a distance. The eyes are one of the most common sites used to measure infrared temperature, since it is not coated with hair and can be used as a reference point for image acquisition. Furthermore, research has been made that link stress and core body temperature with changes in eye IRT. Thus, the present work aims to verify the usefulness of eye IRT in cattle during stressful events. To this effect, 42 animals of the Arouquesa cattle breed were used to collect thermographic images (FLIR E8) and to register rectal temperature when subjected to different conditions: one group which was only weighed and another which was subject to handling and prophylactic procedures. IRT values did not significantly correlate with rectal temperature, however, maximum eye temperature proved to be accurate in detecting surface temperature changes, with initial mean values of 33.5ºC and 32.5ºC, and of 35.8ºC and 34.1ºC during the procedures, for the weighing group and the prophylactic group respectively. This increase of 2.3ºC and 1.6ºC in temperature shows that IRT can potentially be used as an instrument to detect changes in ocular temperature for different situations, and it is advised that external factors, such as environmental effects, are adequately supervised.
O bem-estar animal é um tema muito atual em todos as áreas da ciência animal e tem vindo a evoluir nos últimos anos devido a avanços científicos e tecnológicos. Este tema é complexo e frequentemente sujeito a diferentes interpretações dependendo de quem o avalia. Um dos desafios mais importantes no estudo do bem-estar é encontrar indicadores fiáveis para a sua avaliação, particularmente os que são baseados no animal, de forma a poderem permitir uma utilização prática, rápida e de baixo custo quando integrados em protocolos de bem-estar que se baseiam num conjunto alargado de parâmetros. Os protocolos são uma forma importante de avaliação do bem-estar e ajudam os operadores económicos a melhorar a qualidade de vida dos seus animais e a informar ao consumidor se os padrões de bem-estar são cumpridos. A tecnologia de infravermelhos tem desenvolvido equipamentos úteis e práticos que estão em uso em muitos ramos da ciência. A termografia apresenta algumas vantagens por ser fácil de usar e medir a temperatura duma superfície à distância. A superfície ocular é um dos locais mais usados para medir a temperatura por infravermelhos, pois não está coberta por pelo e assim pode servir como um ponto de referência para a aquisição da imagem. Para além disso, já têm sido realizados estudos que relacionam as alterações nas imagens de termografia ocular com o stresse e com alteração na temperatura interna do corpo. Assim, o objetivo deste trabalho foi verificar a utilidade da utilização da termografia ocular em situações que podem ser stressantes para os bovinos. Para o efeito, foram registadas as temperaturas rectais e as imagens termográficas (FLIR E8) do olho de 42 bovinos da raça Arouquesa sujeitos a circunstâncias diferentes: um grupo no qual somente foi feita a pesagem; e outro no qual se realizaram procedimentos de contenção e profilaxia. Os valores termográficos encontrados não se correlacionaram significativamente com a temperatura rectal, contudo, a temperatura máxima foi eficaz em detetar mudanças de temperatura, apresentando inicialmente valores médios de 33,5ºC e 32,5ºC, e posteriormente durante os procedimentos de 35,8ºC e 34,1ºC, para o grupo das pesagens e o grupo de profilaxia respetivamente. Este aumento de 2,3ºC e 1,6ºC em temperatura demonstra que a termografia por infravermelhos pode ser utilizada como uma potencial ferramenta para detetar mudanças da temperatura ocular em diferentes situações de avaliação de bem-estar, e é aconselhado que na sua aplicação sejam controlados os fatores externos tais como os efeitos ambientais.
Description: Master’s Dissertation in Veterinary Medicine
URI: http://hdl.handle.net/10348/11269
Document Type: Master Thesis
Appears in Collections:DCV - Dissertações de Mestrado
TD - Dissertações de Mestrado

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