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Título: O Modelo de Carga Externa em Ginástica Artística Feminina de Alto Rendimento. A estrutura e as tendências evolutivas dos exercícios de competiçãoem Paralelas Assimétricas.
Autor: Ferreirinha, José
Palavras-chave: Ginástica Artística Feminina
Paralelas Assimétricas
Carga Externa
Tendências
Código de Pontuação
Data: 2011
Resumo: Embora a Ginástica Artística seja muitas vezes referida como uma modalidade associada a grandes volumes e intensidades de treino, são escassos os dados objectivamente mensurados que fundamentem tais referências. Ao nível da carga externa, apenas são feitas algumas referências que caracterizam as sessões de treino, na sua duração, frequência e quantidades de elementos e exercícios efectuados. A Federação Internacional de Ginástica também tem efectuado relatórios após as grandes competições internacionais, onde podemos observar algumas características da carga, em função dos objectivos e interesses daquela instituição. Com este estudo procurámos caracterizar e avaliar as tendências da carga externa de um exercício modelo de paralelas assimétricas de alto rendimento. Procurámos ainda recolher as implicações práticas da caracterização efectuada, atendendo à evolução dos diferentes códigos de pontuação e do “Age Group Development Program”, ambos da Federação Internacional de Ginástica. Como último objectivo observámos a aproximação dos exercícios e elementos de paralelas assimétricas aos de barra fixa da Ginástica Artística Masculina. Recorrendo às técnicas recorrentes da metodologia observacional, elaborámos e validámos um sistema de categorias constituído por 75 variáveis que consideramos indicadores da carga externa em paralelas assimétricas. Todas as variáveis foram enquadradas em 4 categorias principais: conteúdo e estrutura geral do exercício, dificuldade e complexidade do exercício e partes, posições de trabalho e rotações. Com base no instrumento construído, observámos 83 exercícios das ginastas finalistas do aparelho em estudo, de 8 campeonatos do mundo e 4 jogos olímpicos entre 1989 e 2004. Obtivemos como principais conclusões que: a) Regra geral, o volume e intensidade evoluíram de acordo com a evolução do código de pontuação; b) Com comportamentos mais atípicos observámos as saídas, elementos volantes e elementos “in bar”; c) Na generalidade, os conteúdos do “Age Group Development Program” ajustam-se à realidade observada, com algumas excepções como a dificuldade das saídas e elementos volantes, assim como a execução de ligações directas de 2 ou 3 elementos volantes; d) Além de razões relativas às diferenças dos aparelhos e da constituição física das mulheres, um atraso sistemático na actualização do código de pontuação da Ginástica Artística Feminina não permite uma maior aproximação entre as paralelas assimétricas e a barra fixa.
Revisão por Pares: no
URI: http://hdl.handle.net/10348/1400
Tipo de Documento: Tese de Doutoramento
Aparece nas colecções:OLD - DCDES - Trabalho Académico

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