Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10348/3185
Title: Gestão e saúde: o comportamento das famílias na gestão da saúde: impacto na esperança média de vida e no desenvolvimento
Authors: Oliveira, Ivo Dinis de
Advisor: Nogueira, Fernanda Maria Duarte
Diniz, Francisco José Lopes Sousa
Domingos, João Paulo Marôco
Keywords: Acesso aos serviços de saúde
Cuidados de saúde
Hábitos alimentares
Qualidade de vida
Comportamentos de saúde familiar
Issue Date: 9-Jun-2014
Abstract: O presente estudo representa uma investigação sobre a importância da gestão de saúde familiar no desenvolvimento, verificando assim a contribuição da gestão da saúde familiar para a esperança média de vida e o seu papel no desenvolvimento local, com as suas complexas relações causais. A promoção da saúde familiar passou a ser aprendida dentro das famílias, cujas crenças, valores e padrões de comportamento de saúde são formados e passados às gerações futuras. Verificamos que as condições de trabalho e em que vivem os cidadãos está relacionada com o seu nível de saúde, por via dos determinantes sociais de saúde (DSS). O modelo desenvolvido nesta tese, parte da análise dos determinantes invisíveis da saúde familiar, passando para o contributo que a gestão dos mesmos pode ter no aumento da qualidade de vida e da esperança média de vida. Concluímos que o facto de se considerar uma pessoa saudável não é independente da idade, atividade profissional, escolaridade, condições de habitação, número de residentes, ter filhos a residir, praticar exercício físico, hábitos tabágicos, visitar o médico de família ou um especialista. A mesma variável mostrou-se independente em relação ao estado civil ou às idas ao médico quando se está doente. A maioria vai ao médico por doença ou prevenção, procurando um médico de família e não um médico especialista, o que parece ser uma tendência recente. A maioria dos inquiridos exercem uma atividade profissional que consideram poder ter efeitos sobre a saúde. Em caso de doença própria ou de familiar a maioria das pessoas aconselha-se com o farmacêutico ou vai imediatamente ao médico. Sobre a perceção se a atividade profissional pode ter efeitos sobre a saúde, verificamos que a mesma não é independente do trabalho ser exercido por turnos ou existirem horas extraordinárias. É independente de trabalhar a partir do domicílio. Depois elaboramos uma análise fatorial consistente identificando um conjunto de fatores com importância sobre a gestão de saúde familiar, nomeadamente, Dificuldade de acesso aos cuidados de saúde; Precariedade Laboral; Hábitos Alimentares; Comportamentos de Saúde Familiar; Comportamentos Socioeconómicos; Educação e prevenção para a saúde, assim como um fator geral deles resultante que denominamos por obstáculos à saúde familiar. Posteriormente agrupamos por Distrito, verificando as diferenças entre eles. Finalmente estimamos uma regressão linear onde verificamos os fatores mais importantes para explicar a esperança média de vida e a sua previsível evolução para 2050.
The present study is an investigation into the importance of management in the development of family health, thus verifying the contribution of familiar health management to average life expectancy and their role in local development, with its complex causal relationships. The importance of promoting family health began to be learned within families whose beliefs, values and patterns of health behavior are formed and passed on to future generations. We found that the various definitions of social determinants of health (SDH) express, with greater or lesser level of detail, the concept currently quite widespread that the conditions of life and work of individuals and population groups are linked with their health situation. The model developed in this thesis, starts from the analysis of the invisible determinants of family health, going to the contribution that their management can have on increasing the quality of life and life expectancy. We conclude that fact of a person considers himself as healthy is not independent of age, occupation, education, housing, number of residents, have children to reside, physical exercise, smoking, visiting the family doctor or a specialist. The same variable proved to be independent in relation to marital or trips to the doctor when they're sick. Most goes to the doctor for disease prevention or looking for a family doctor and not a medical expert, what appears to be a recent trend. Most respondents exerts an occupation. They believe it will have effects on health. In case of illness most people is advised by the pharmacist or decide to go immediately to the doctor. About the perception over professional activity and health effects, we find that it is not independent of the work being performed in shifts or overtime. It is independent of working from home. We run a factor analysis identifying a consistent set of factors of importance on managing family health, Such as Lack of access to health care “Precarious Employment”; “Eating Habits”; “Family Health Behaviors”; “Socioeconomic Behavior”; “Education and prevention for health” as well as a general factor of them resulting in what we call "barriers to family health." Later we group by district, checking the differences between them. Finally we estimate a linear regression where we find the most important factors to explain the life expectancy and foreseeable trends for 2050.
Description: Tese de Doutoramento em Gestão
URI: http://hdl.handle.net/10348/3185
Document Type: Doctoral Thesis
Appears in Collections:OLD - Teses de Doutoramento

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
phd_idoliveira.pdf6,37 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis Logotipo do Orcid 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.