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dc.contributor.authorAndreia Pinto, Pinto-
dc.contributor.authorAlice Vilela, Vilela-
dc.contributor.authorFernanda, Cosme-
dc.contributor.authorFernando, Nunes-
dc.contributor.authorRosário, Anjos-
dc.contributor.authorTeresa, Pinto-
dc.date.accessioned2015-04-20T14:22:41Z-
dc.date.available2015-04-20T14:22:41Z-
dc.date.issued2014-12-04-
dc.identifier.citation2º Simpósio Nacional de Fruticultura, Actas Portuguesas de Horticultura, nº 23pt
dc.identifier.isbn978-972-8936-16-7-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10348/4517-
dc.description.abstractCom o aumento da população mundial aumenta a necessidade de se produzir maior quantidade de alimentos. A agricultura convencional é a mais utilizada na produção em grande escala, dado a sua elevada produtividade. Contudo, este tipo de agricultura utiliza grande quantidade de produtos químicos com impacto ambiental negativo e preocupação acrescida sobre a segurança alimentar dos produtos produzidos. O recurso ao modo de produção biológico pode ser uma solução para a minimização dos impactos referidos. O consumo regular de fruta em geral e da amora em particular, está associado à redução de risco de cancro, de doenças cardiovasculares e envelhecimento precoce, devido à presença de compostos oriundos do metabolismo secundário, nomeadamente compostos fenólicos e especialmente antocianinas, os quais apresentam grande capacidade de reagir com radicais livres, contribuindo para a prevenção de estas e outras patologias. Assim, tendo em consideração estas problemáticas constituíram objetivos deste trabalho comparar as propriedades sensoriais e bioquímicas de amoras Chester Thornless obtidas por dois tipos diferentes de cultivo: convencional e biológico. Os parâmetros bioquímicos avaliados foram: o conteúdo em antocianinas totais, o conteúdo em sólidos solúveis totais (ºBrix), a acidez titulável total, o teor em fenóis totais, a capacidade antioxidante e a o perfil fenólico da amora. Concluímos que as amoras obtidas por produção biológica apresentam maior conteúdo em antocianinas totais, °Brix, e fenóis totais. Já relativamente aos parâmetros acidez titulável e capacidade antioxidante são as amoras obtidas por produção convencional as que mostraram valores superiores, não sendo contudo estatisticamente diferentes os valores encontrados para a capacidade antioxidante nas amoras obtidas pelos dois tipos de produção em análise. Efetivamente as diferenças só foram estatisticamente significativas entre os dois tipos de produção (biológica e convencional para os parâmetros antocianinas totais e ºBrix). A análise sensorial revelou que as amoras de agricultura convencional se destacam descritores como “gosto doce”, “gosto amargo” e “flavor a amora”. Por fim, pela prova hedónica verificou-se que as amoras preferidas dos consumidores foram as de agricultura convencional.pt
dc.language.isoporpt
dc.publisherASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE HORTICULTURApt
dc.relation.ispartofCITAB - Centro de Investigação e de Tecnologias Agro-Ambientais e Biológicaspt
dc.rightsopenAccesspt
dc.subjectantocianinas totais, capacidade antioxidante, fenóis totais, perfil fenólico, perfil sensorialpt
dc.titleAgricultura biológica vs agricultura convencional: avaliação de parâmetros bioquímicos e qualidade sensorial de amora Chester Thornlesspt
dc.typeconferenceObjectpt
degois.publication.firstPage411pt
degois.publication.issue23pt
degois.publication.lastPage418pt
dc.peerreviewedyespt
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18_Actas Portuguesas de Horticultura-23-3SN_5490547c65473.pdfActas Portuguesas de Horticultura, nº 2311,79 MBAdobe PDFThumbnail
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