Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10348/7852
Title: Comparação das respostas hemodinâmicas entre treino de força tradicional e treino de força simultâneo
Authors: Freitas, Pedro Miguel Rebelo
Advisor: Alves, José Vilaça
Keywords: Treino de força
Pressão arterial
Frequência cardíaca
Hipotensão
Exercícios físicos
Issue Date: 2017
Abstract: Introdução: O Treino de Força (TF) é considerado uma forma não farmacológica na prevenção e por vezes tratamento da hipertensão. Contudo, os valores da pressão arterial (PA) aumentam durante a realização do TF e depende de variáveis como a intensidade, volume e massa muscular envolvida nos execícios. Desta forma o objetivo do presente estudo foi comparar o comportamento dos valores PA durante e após sessão de exercícios com a utilização de duas metodologias de TF: simultâneo (TS) e isolado (TI). Metodologia: Para o efeito 16 sujeitos do sexo masculino, aparentemente saudáveis e praticantes recreacionais do TF realizaram duas sessões em que de forma aliatória realizavam, com 7 dias de intervalo entre si, a metodologia TS e a TI. As sessões consistiam na realização de dois exercícios de TF (leg press 45% e supino incl com halteres) com a metodologia TS e TI equiparados quanto à intensidade e volume. Foram medidos os valores de PA (sistólica e diastólica) e de frequência cardíaca (FC), antes, durante e logo, 10, 20 e 30 minutos após cada sessão de exercícios. Resultados: A PA sistólica (PAS) tende a ser maior no TT quando comparada com os valores obtidos no TS (p-value=1,9*10^ (-5)), este valor ronda os 2mmhg a 8mmhg durante todo o protocolo, em termos máximos a PS tende a ser maior no TT e pode ir entre valores de 9mmhg a 17mmhg (p-value=3.5*10^ (-6)), a PD rejeita a hipótese de normalidade em ambos os protocolos apresentando umas alterações pouco significativas, existe evidência da presença de uma ligeira hipotensão pós exercício (HPE) em ambos os protocolos, sendo que a intensidade do exercício não afetou a magnitude da HPE mas influenciou a sua duração. A FC rejeita a hipótese de normalidade em ambos os protocolos (p-value = 0.6684), não existem diferenças significativas entre os dois tipos de treino para esta variável. Conclusão: Obtemos diferentes respostas hemodinâmicas quando comparados os dois Protocolos, sendo que os máximos de PS são significativamente inferiores no TS quando comparado com o TT, foi observada também uma ligeira HPE em ambos os protocolos e esta pode variar em relação á duração quando a variável é a intensidade, o mesmo não acontece para a sua magnitude.
Introduction: The resistance training its considerate a non-pharmacological therapy to the hypertension. However, during the execution of the traditional resistance exercises the blood pressure responses are no linear at all. At this way, the aimed of the present study was to compare the hemodynamic responses during and after two types of resistance exercise execution methodologies: simultaneous methodology (ST) or traditional isolated methodology (TT). Methodology: The participants were 16 apparently healthy young men, were randomly assigned to either the ST performance of both selected exercises and TT performance in incline dumbbell press at 80% of 10RM and double leg press with 45º of inclination at 80% of 10RM. Blood pressure (BP) and heart rate (HR) were measured, before, between sets, 10, 20 and 30 minutes after exercise session. Results: The Systolic Blood Pressure seems to be higher on the TT when compared to the values observed in the TS (p-value=1, 9*10^ (-5)), this value is around 2mmhg to 8mmhg throughout the entire Protocol, in terms of maximal values of Systolic Blood Pressure seems to be higher again in the TT and goes around 9mmhg to 17mmhg (p-value=3.5*10^ (-6)), the Diastolic Blood Pressure rejects the normality hypothesis in both the protocols not presenting any significant changes, this results were observed in the Heart Rate not showing any significative changes when compared the two protocols (p-value = 0.6684) . Exists evidence that occurred a slight Post Exercise Hypotension (PEH) in both protocols, and the intensity of the exercise did not affect the magnitude of the PEH but in the other hand it effected the duration. Conclusion: In this study we observed diferent hemodynamic responses when compared two different Protocols, and we conclude that the maximal value of the Systolic blood pressure obtained in SP were significantly lowers them those that we observed in the TP, we conclude to, that was a slight PEH in both Protocols and that the duration off this hypotension can vary when the variable is the intensity, the same does not appends to the magnitude.
Description: Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto, Especialização em Atividades de Academia
URI: http://hdl.handle.net/10348/7852
Document Type: Master Thesis
Appears in Collections:TD - Dissertações de Mestrado

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