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Title: Oxygen uptake and resistance exercise methods: the use of blood flow restriction
Authors: Tarjino Junior, Adenilson
Sousa, Maria Do Socorro Cirilo de
Neto, Gabriel Rodrigues
De Souza, Rodrigo Poderoso
Neto, Geraldo Veloso
Sousa, Nuno Domingos Garrido Nunes De
Alves, José Manuel Vilaça Maio
Keywords: Ischemia
Resistance training
Muscle strength
Heart rate
Issue Date: 2018
Citation: Adenilson Tarjino Junior; Cirilo de Sousa, Maria Do Socorro; Gabriel Rodrigues Neto; De Souza, Rodrigo Poderoso; GEraldo Veloso Neto; Garrido, N.; José Vilaça-Alves. Oxygen uptake and resistance exercise methods: the use of blood flow restriction, Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 24, 5, 378-381, 2018.
Abstract: The literature has shown that a gap is identified regarding the acute effects of blood flow restriction training on aerobic variables. Objective: to analyze oxygen consumption (VO2) during and after two resistance training sessions: traditional high intensity and low intensity with blood flow restriction. Methods: After one-repetition maximum tests, eight male participants (25.7±3 years) completed the two experimental protocols, separated by 72 hours, in a randomized order: a) high intensity training at 80% of 1RM (HIRE) and b) low intensity training at 20% of 1RM combined with blood flow restriction (LIRE + BFR). Three sets of four exercises (bench press, squat, barbell bent-over row and deadlift) were performed. Oxygen consumption and excess post-exercise oxygen consumption were measured. Results: the data showed statistically significant differences between the traditional high intensity training and low intensity training with blood flow restriction, with higher values for traditional training sessions, except for the last five minutes of the excess post-exercise oxygen consumption. Oxygen consumption measured during training was higher (p = 0.001) for the HIRE (20.32 ± 1.46 mL∙kg-1∙min-1) compared to the LIRE + BFR (15.65 ± 1.14 mL∙kg-1∙min-1). Conclusion: Oxygen uptakes rates during and after the exercise sessions were higher for the high intensity training methodology. However, when taking into account the volume of training provided by both methods, these differences were attenuated. Level of Evidence III - Non-consecutive studies, or studies without consistently applied reference stand.
Na literatura, é identificada uma lacuna em relação aos efeitos agudos do treino com restrição de fluxo sanguíneo sobre as variáveis aeróbicas. Objetivo: analisar o consumo de oxigênio (VO2) durante e após duas sessões de treino de força: tradicional de alta intensidade e baixa intensidade com restrição do fluxo sanguíneo. Métodos: Após os testes de repetição máxima, oito participantes do sexo masculino (25,7 ± 3 anos) completaram os dois protocolos experimentais, separados por 72 horas, em ordem aleatória: a) treino de alta intensidade, com 80% de 1RM (AI) e b) treino de baixa intensidade a 20% de 1RM combinado com restrição de fluxo sanguíneo (BI + RFS). Três séries de quatro exercícios (supino, agachamento, remada inclinada e levantamento terra) foram realizadas. O consumo de oxigênio e o consumo de oxigênio em excesso pós-exercício foram medidos. Resultados: foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre o treino tradicional de alta intensidade e de baixa intensidade com restrição de fluxo sanguíneo, com valores mais altos para sessões de treinamento tradicionais, exceto nos últimos cinco minutos para a medida de consumo de oxigênio pós-exercício. O VO2 medido durante o treino foi maior (p = 0.001) para a sessão de AI (20.32 ± 1.46 mL∙kg-1∙min-1) comparada ao treino de BI + RFS (15.65 ± 1.14 mL∙kg-1∙min-1). Conclusão: O consumo de oxigênio durante e após as sessões de exercício foram maiores para a metodologia de treinamento de alta intensidade. Contudo, quando se considera o volume dos treinos, estas diferenças foram atenuadas. Nível de Evidência III - Estudos de pacientes não consecutivos; sem padrão de referência “ouro” aplicado uniformemente
La literatura ha demostrado que se identifica una laguna con respecto a los efectos agudos del entrenamiento de restricción del flujo sanguíneo en las variables aeróbicas. Objetivo: analizar el consumo de oxígeno (VO2) durante y después de dos sesiones de entrenamiento de fuerza: tradicional de alta intensidad y baja intensidad con restricción del flujo sanguíneo. Métodos: Después del test de una repetición máxima, ocho participantes masculinos (25,7 ± 3 años) completaron los dos protocolos experimentales, separadas por 72 horas, en orden aleatorio: a) entrenamiento de alta intensidad con 80% de 1RM (AI) y b) entrenamiento de baja intensidad a 20% de 1RM combinado con restricción del flujo sanguíneo (BI + RFS). Tres series de cuatro ejercicios (supino, sentadilla, remo con barra y peso muerto), se realizaron. El consumo de oxígeno y el consumo de oxígeno en el exceso después del ejercicio se midieron. Resultados: se observaron diferencias estadísticamente significativas entre el entrenamiento tradicional de alta intensidad y de baja intensidad con restricción del flujo sanguíneo, con valores más altos para las sesiones de entrenamiento tradicionales, excepto os últimos cinco minutos del consumo de oxígeno en exceso post-ejercicio. El VO2 medido durante el entrenamiento fue mayor para el AI (20.32 ± 1.46 mL∙kg-1∙min-1) en comparación con el BI + RFS (15.65 ± 1.14 mL∙kg-1∙min-1). Conclusión: El consumo de oxígeno durante y después de las sesiones de ejercicio fueron mayores para la metodología de entrenamiento de alta intensidad. Sin embargo, cuando se considera el volumen de la práctica, se atenuaron estas diferencias. Nivel de Evidencia III - Estudios de pacientes no consecutivos; sin estándar de referencia “oro” aplicado uniformemente.
URI: http://hdl.handle.net/10348/8781
ISSN: 1806-9940
1806-9940
1806-9940
Other Identifiers: 1806-9940
Document Type: Article
Appears in Collections:DCDES - Artigo publicado em Revista Científica Indexada

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